O vereador Daniel Monteiro (Republicanos) defende que o correligionário e vice-governador Otaviano Pivetta é o melhor nome para administrar Mato Grosso. Pivetta é pré-candidato ao Palácio Paiaguás e vive a expectativa de assumir o governo em abril do ano que vem, quando o governador Mauro Mendes (União) deve renunciar ao cargo para disputar vaga ao Senado. Neste cenário, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde buscaria a reeleição em outubro de 2026.
Questionado sobre as críticas, feitas por adversários e até por aliados, de que falta ao vice-governador articulação política e maior proximidade com o povo, Daniel reflete que é necessário respeitar as individualidades e as personalidades de cada um. “Eu sou aquilo que a galera chama de dá resenha. Essa é a minha postura, eu sou mais extrovertido. Só que eu não acho que todo político tem que ser assim”, diz o parlamentar.
Ele ressalta que cada um precisa manter a sua postura real, porque não tem nada pior do que as pessoas que vestem uma manta para disfarçar sua personalidade. “Se o povo quer alguém que dá tapinha nas costas, o Pivetta não é o ideal. Agora, se o povo quer um grande gestor, um estadista, alguém que vai melhorar a saúde, a educação, a agricultura familiar e todas as áreas pertinentes ao governo do Estado, o homem é o Pivetta”, elogia o correligionário.
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O vereador ressalta ainda que o vice-governador tem uma legítima preocupação popular porque veio de baixo e conquistou sua fortuna através de muito suor e trabalho. “Ele [Pivetta] sente a dor do povo. Eu sou testemunha, em diversas reuniões, da preocupação que ele tem com as condições que ele oferece para o povo”, diz Daniel que foi assessor especial da secretaria estadual de Educação, uma das pastas em que Pivetta participa ativamente das decisões.
Reoxigenação
Otaviano Pivetta afirmou, recentemente que, caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) deixe o cargo para disputar uma vaga no Senado, deve promover mudanças no primeiro escalão do Governo de Mato Grosso para “reoxigenar” a equipe que já está no sétimo anos à frente do Palácio Paiaguás.
Perguntado sobre isso, Monteiro vê a decisão como natural até mesmo para que se possa deixar a sua marca. “Ele tem uma parceria muito boa, muito frutífera com o governador Mauro Mendes. Mas, ninguém é 100% igual a ninguém. Então, eu vejo isso com muita naturalidade”.








