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Eleições 2026 Segunda-feira, 06 de Abril de 2026, 14:17 - A | A

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LUZ PRÓPRIA

Júlio nega acordo para não ser candidato e banca reeleição à ALMT

Júlio nega acordo para não ser candidato e banca reeleição à AL

Gabriel Rodrigues e Kleyton Agostinho

Gilberto Leite

Júlio Campos

 

O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) descarta a possibilidade de abrir mão da candidatura à reeleição para coordenar a campanha do irmão e senador Jayme Campos ao governo. Segundo ele, ambos têm trajetórias políticas independentes, sem qualquer tipo de condicionante entre os projetos. A suposta “aposentadoria” foi ventilada durante a janela partidária, após apuração do #rdnews com mais de duas fontes.

Questionado nesta segunda-feira (6), o parlamentar foi categórico ao afirmar que sequer foi procurado pelo União Brasil para tratar de eventual desistência. Destacou ainda que o partido não definiu apoio à pré-candidatura de Jayme, decisão que deve ocorrer apenas na convenção de julho, afastando qualquer acordo para acomodar a chapa proporcional. “A convenção para governador nem foi feita ainda, será em julho. Aí vamos disputar a candidatura ao governo, né, do senador Jayme Campos. Nunca houve essa conversa. Pode até ter sido cogitada por alguns, mas não chegou até mim. Minha candidatura a deputado estadual é natural”, assevera.

No mesmo tom, Júlio ironizou ao dizer que está à disposição do partido até para disputar cargos como Senado, Governo ou até a Presidência da República. Ele também rechaçou qualquer desconforto entre parlamentares diante de uma eventual candidatura do irmão e reforçou que possui capital político próprio. “Eu sou um deputado independente do Jayme. Não se pode confundir o prestígio dele com o meu. Cada um construiu sua trajetória. O Jayme é candidato natural ao governo e eu sou candidato natural à reeleição”, completou.

Na atual composição do União Brasil, a bancada conta com três deputados com mandato: Júlio Campos, Dilmar Dal Bosco e Sebastião Rezende. Este último é acusado de não ter cumprido o compromisso de buscar outra legenda durante a janela partidária, movimento que contribuiu para a saída de Eduardo Botelho para o MDB e de Paulo Araújo para o Republicanos.

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